Hiper agia ai partenos Maria, akrantos Mitéra tou Khristos Theos - soson imas!
Batul Lala Marian Wallidat al illah - ʕawnu ni!
Nossos pais e avós foram protestantes, nossos tetravos papistas, as gerações do passado remoto no entanto foram Católicas, apostólicas e ortodoxas, e nós, consagrando todas as forças do intelecto ao estudo da coisas santas e divinas desde a mais tenra idade, reencontramos e resgatamos a fé verdadeira, pura, santa e imaculada dos apóstolos, mártires e padres aos quais foi confiada a palavra divina. E tendo resgatado as raízes históricas de nossa preciosa e vivificante fé não repousaremos por um instante até comunica-la aos que forem dignos, segundo o preceito do Senhor. Esta é a senda da luz e da justiça, lei do amor, da compaixão, da misericórdia e da paz entregue uma única vez aos santos e heróis dos tempos antigos.

O Verbo se fez carne


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Hei amigo

Se vc é protestante ou carismático certamente não conhece o canto Ortodoxo entoado pelos Cristãos desde os tempos das catacumbas. Clique abaixo e ouça:

Mantido pelo profo Domingos Pardal Braz:

de pentecostal a ORTODOXO.

Jesus aos apóstolos:

"QUEM VOS OUVE É A MIM QUE OUVE E QUEM VOS REJEITA É A MIM QUE REJEITA."

A CRUZ É UM ESCÂNDALO PARA OS QUE SE PERDEM. MAS PARA OS SANTOS PODER E GLÓRIA DE DEUS.

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sábado, 16 de maio de 2009

A Verdadeira História da torre de Babel





No capítulo XI do livro do gênesis encontrasse a patética estória da torre de Babel.


Segundo os sacerdotes hebreus tratar-se-ia duma iniciativa dos filhos de Noé, os quais planejaram construir uma cidadela que lograsse atingir as nuvens do céu.


Entretanto a construção desta grande torre teria sido frustrada pela ação preventiva de jeová, o deus dos judeus, que temia ter seu domínio invadido e perder seu trono como seu irmão cronos.


A fábula da torre também se assemelha a fábula grega dos Titãs segundo a qual:


"Nascerão nele o Orco, e as fúrias; nele a terra

deu a luz contra os céus, prenhe de infanda guerra,

monstruosos irmãos: Urano, Jápeto e o inumano

Tiphon. Por três vezes o tropel bruto e insano

Cometeu sobrepor ao Pélion anteroso,

o Ossa; ao Ossa, o Olimpo - o Olimpo ampli-selvoso;

e três vezes o Pai, atroando os horizontes,

lhes fez, do raio ao trom, rolar abaixo os montes."


Vírgilio. in Geórgicas 355



Conforme refere o sapiíssimo Chompré os filhos de Uranos e Gaia que haviam sido aprisionados por Zeus foram soltos pelo gigante Tiphon:


"Mas quando Zeus tinha conduzido o titãs do Olimpo,
Da Mãe Terra nua Typhon seu filho mais novo por
Tartaro engendrado, com o auxilio da explendente Afrodite."


Cf Hesiodo "Teogônia" 820


E capitaneados por ele resolveram escalar o monte Olimpo, habitação dos imortais com o intuito de destrona-los e tomar posse do supremo poder. Entretanto com os raios fabricados pelos Ciclopes Zeus pode fulmina-los e encadear o terrivel Thiphon sob o Etna.


O jeová hebreu entretanto não dispondo de Ciclopes para fabricar-lhe raios auriflamantes, teve de bolar outra maneira com que livrar-se desses alpinistas de primeira viagem.


Segundo os sacerdotes hebreus a primeira atitude da deidade abraâmica foi DESCER - Gn 11,5 - a terra, para VER o que os filhos dos homens estavam a fazer.


Gostaria de convidar algum pastor ou campeão fundamentalista para que viesse a esta página explicar-nos o sentido DESTA TÃO MARAVILHOSA 'PALAVRA DE DEUS' INSPIRADA E INFÁLIVEL, pois a luz do Novo Testamento que proclama: pneuma o qeoV jo 4,24, não somos capazes de compreende-lo...


Como poderia descer aquele que não possuindo matéria e corpo e sendo infinito não possui extensão.


É o deus judaico protestante um ser finito, restrito e localizável para poder descer, subir, ir e vir?


Então que espécie de espírito é?


Espírito finito, espírito de homem?


Pois se é imaterial e infinito, não tem extensão e não tendo extensão não sobe nem desce, não vai nem vem mas tudo abarca, penetra, contem e supera...


Atrever-se-ão afirmar que tal texto se refere ao corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo?


O qual só veio a encarnar-se quatro mil anos depois...


Entretanto os hebreus também registraram o porque da descida de seu deus a este báratro soturno: segundo criam seu deus desceu para ver, observar, fiscalizar ou saber o que faziam os seres humanos...


Ao menos o Zeus olímpico tudo observava do alto de sua morada ampli-selvosa, sem dar-se ao trabalho de locomover-se ou de sujar seus pés na lama como seu primo pobre dos desertos...


Pois se jeova teve de descer para ver somos obrigados a concluir que se não tivesse descido ou saido do lugar que o contem (um deus contido essa é de amargar) não teria visto, logo, o jeová hebreu não tendo visão essencial e imediata de todas as ações e operações humanas não é plenividente ou onisciente... o deus judaico protestante só consegue captar o que está a sua volta dentro de certos límites... é um ser finito como dissemos a pouco e não aquele Espírito Eterno, infinito e plenividente revelado por Nosso Senhor Jesus Cristo, o qual conhece até mesmo nossos pensamentos mais ocultos...


Diante de tantas asnices imagina o Cristão que já chegamos ao fundo do posso, entretanto ainda estamos a borda, pois o deus étnico dos bárbaros hebreus além de se locomover para saber, teme!


Isto mesmo, trata-se dum deus temeroso o qual teme que suas miseráveis criaturas consigam edificar a dita torre, atingindo a base de seu trono celeste e fazendo-lhe guerra!


Entretanto como divindade dos desertos que é, o deus hebraico possui uma sagacidade incomum. Isento de Cicoples e raios Adonai improvisa e confunde a linguagem dos construtores impedindo que continuem a se compreender uns aos outros e que cheguem aos termos finais de seus planos. Surgem, como que num passe de mágica uma pleiade de idiomas, os construtores da soberba torre deixam de colaborar uns com os outros, a construção é paralizada e o nume abraâmico conserva o monopólio dos céus...


Até aqui o genesis...


Haverá algo de mais patético do que tal narrativa?


Sem sombra de dúvida porquanto ela tinha sua razão de ser no tempo em que foi escrita e tendo em vista o público a que foi direcionada quando foi composta cinco ou seis séculos antes do advento de Cristo.


Encarada numa perspectiva histórico/simbólica a estória da torre de Babel tem lá sua diginidade e encanto como todas as fábulas e mitos.


Entretanto, se levamos em conta que milhões de 'Cristãos' encaram-na literalmente como uma 'palavra de deus' em tudo igual as luminosas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo e que são incapazes de distingui-la do "Sermão da montanha" por exemplo, o patético torna-se trágico e o encanto inicial converte-se em perplexidade.


Pois acabamos de nos deparar com uma descrição da divindade que é incompátivel com os termos em que a mesma é descrita por Nosso abençoado Salvador e por seus apóstolos cheios de graça... e a clientela fundamentalista teima em admiti-la como inspirada e verdadeira. Uma descrição segundo a qual deus sobe, desce, vem, vai, locomove-se, espia, teme, confunde, etc


Diante disso somos obrigamos a nos perguntar pela enésima vez sobre os rumos deste novo Cristianismo... para onde tais abusos e excessos no campo da fé haverão de conduzir a pobre humanidade?


Já foi dito que a superstição ou a credulidade é progenitora do ateismo... Não é por acaso que os EUA a pátria do fundamentalismo crentês comporta o maior número de ateus, materialistas e incrédulos do plante, parte dos quais é bastante agressiva por sinal. São os furtos amargos e podres deste pseudo cristianismo bárbaro, judaizado e apóstata fabricado pela santa genebra...


Plutarco já dizia: "Melhor não dizer nada sobre Deus do que dizer algo indigno sobre ele."


Diante de afirmações tão monstruosas sobre Deus chegamos a compreender porque o agnosticismo se amplia dia após dia. Porque a Cristandade estúpida e fanatizada afirma e apresenta a outro deus que não o Deus de Jesus Cristo: o único Deus Verdadeiro, Pai das Luzes e Amor vivente.


Como podem a finitude, a ignorância, a fragilidade e o medo serem compátiveis com a divindade?


Basta ler o texto com certa calma e estar na posse de certos conhecimentos históricos bastante elementares para atinar com a origem da fábula hebraica.


11,2 - Chegaram a uma extensa planicie da terra de Sinar e ali se fixaram.


Segundo o dicionarista protestante Lallave - Sevilha, Ariza, 1880 > Tomo I - a palavra Sinar ou Sennar procede de Shinar e significa exatamente "Terra dos rios", compreendida segundo o autor entre o Tigris e o Eufrates.


Estamos pois diante duma transliteração hebraica da palavra Shumer ou suméria, a qual designava aquelas regiões antes que antes que os gregos lha denominassem "Mesopotâmia" ou terra situada entre os rios e que como se vê não passa duma transliteração analoga.


Estamos pois diante duma narrativa geograficamente determinada, que se passou na Suméria ou mesopotâmia.


Entretanto, mesmo que não possuissemos uma indicação precisa sobre o meio geográfico em questão seriamos levados a conjecturar igualmente a respeito da Suméria, porquanto o verso subsequente assim descreve a dita construção: "Façamos tijolos cozidos ao fogo em lugar de pedra e asfalto em lugar de massa." v 3


A história nos informa que desde os tempos de Djoser e seu ministro Imnhotep os egipcios empregaram cataria em seus edificios religiosos já por ser a cantaria mais resistente que os tijolos de barro e tal emprego alastrou-se e se impoz rapidamente por todo Oriente, exceto na Suméria onde os templos continuaram a ser edificados com tijolos de barro cozidos a fogo e rejunte de asfalto, já porque não haviam pedras suficientes na região ou por pura e simples tradição religiosa. Por isso que a Piramide de Sakara, as grandes piramides de Gizah, e os templos de Luxor e Karnak, dentre outros, chegaram até nossos dias em relativo estado de conservação, enquanto que os soberbos jardins suspensos praticamente desapareceram...


O último verso - 9 - é ainda mais preciso e fornece a localização exata do "Empire State" caldeu... tratar-se-ia de Babel ou de Babil cujo nome significa "porta dos deuses" e que conhecemos pelo termo familiar de Babilônia, a vestusta Ka Dintir ou tintir dos sumérios.


Informados de que a soberba torre que tanto pavor causou ao nume judaico se encontrava localizada na capital da Caldéia ou Babilônia nos sentimos aptos a identifica-la inequivocadamente e a desmascarar a manobra fundamentalista.


Originários ao que tudo indica das regiões montanhosas do centro da Ásias os antigos sumérios edificavam seus santuários, a semelhança das montanhas ancestrais, no topo das quais os seres divinos se manifestavam. Tais pirâmides escalonadas eram denominadas Zigurates e no topo havia uma capela destinada a receber o deus...


Cada cidade - como Ur ou Erec por exemplo - possuia a sua.


"O mais célebre dos zigurates - assevera o professor G Contenau in "A civilização de Assur e Babilônia" otto Pierre, p 266 - é o de Babilônia, conhecido pelo nome de TORRE DE BABEL, o qual já estava arruinado quando os gregos começaram a vizitar a cidade."


Heródoto que chegou a contempla-lo afirma - na esteira do Gênesis - que era uma espécie de plataforma que "Ligava o céu a terra" - Etemenanki - e que servia de túmulo a Belo ou Marduk senhor da cidade. Especifica ainda que na capela superior havia um leito de ouro maciço destinado a receber o deus quando este baixava a terra no dia de sua festividade para confabular com uma de suas sacerdotizas...


Segundo o profo Louis Frederic - in A Arqueologia e os enigmas da Bíblia p 242 - toda cidade real ou alta que ficava numa elevação situada a esquerda do Eufrates e que abrigava - além do Etemenanki - os jardins suspensos e outros monumentos magnificentes, "deu origem a lenda da torre de Babel".


Descendentes de nômades saidos do deserto os hebreus habitavam em pequenas casas semelhantes a tenda ancestral. Imaginem portanto sua estupefação quando foram levados a babilônia e avistaram um zigurate de sete patamares, no total de quase cem metros de altura recém construido por Nabupolasar, pai e predecessor de nabucodonosor...


De longe creram certamente tratar-se duma imponente montanha cujo topo se aproximava das nuvens, de perto puderam constatar que havia sido erguido por seres humanos... alguma briga ou mesmo paralização da parte dos operários procedentes de diversas nacionalidades (todos escravos) serviu de pretexto e assim foi criada a lenda da 'Torre de babel' autêntica jóia da antiga literatura hebraica que nossos fundamentalistas ignorantes atiram a lama da crítica viperina por insistir em sua literalidade...


E assim nivelam a saborosa lenda judaica aos mistérios celestiais da Trindade, da Encarnação e do Batismo, etc; profanando a santidade dos mesmos e expondo-os aos apupos irreverentes da mesma crítica. É o que dá por vinho novo em odres velhos ou querer enfiar vinho velho em odres novos...


É o que dá misturar retalhos velhos com panos novos e retalhos novos com panos velhos...


Assim se perde todo vinho, toda costura, os odres, os tecidos, enfim o Cristianismo...


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