Hiper agia ai partenos Maria, akrantos Mitéra tou Khristos Theos - soson imas!
Batul Lala Marian Wallidat al illah - ʕawnu ni!

Nossos pais e avós foram protestantes, nossos tetravos papistas, as gerações do passado remoto no entanto foram Católicas, apostólicas e ortodoxas, e nós, consagrando todas as forças do intelecto ao estudo da coisas santas e divinas desde a mais tenra idade, reencontramos e resgatamos a fé verdadeira, pura, santa e imaculada dos apóstolos, mártires e padres aos quais foi confiada a palavra divina. E tendo resgatado as raízes históricas de nossa preciosa e vivificante fé não repousaremos por um instante até comunica-la aos que forem dignos, segundo o preceito do Senhor. Esta é a senda da luz e da justiça, lei do amor, da compaixão, da misericórdia e da paz entregue uma única vez aos santos e heróis dos tempos antigos.

João I

João I
O Verbo se fez carne




Hei amigo

Se vc é protestante ou carismático certamente não conhece o canto Ortodoxo entoado pelos Cristãos desde os tempos das catacumbas. Clique abaixo e ouça:

Mantido pelo profo Domingos Pardal Braz:

de pentecostal a ORTODOXO.

Jesus aos apóstolos:

"QUEM VOS OUVE É A MIM QUE OUVE E QUEM VOS REJEITA É A MIM QUE REJEITA."


A CRUZ É UM ESCÂNDALO PARA OS QUE SE PERDEM. MAS PARA OS SANTOS PODER E GLÓRIA DE DEUS.

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Nomes e títulos da Igreja









Cidade de Deus. Is 60,11

Que não pode ser invadida ou conquistada pelo poder do mal.

Cidade da Verdade. Zac 8,3

Logo nela não pode haver espaço para o erro.

Congregação dos Santos. Sl 149,1

Daí a santidade ser uma nota da Igreja de Cristo.

Congregação dos retos. Sl 111,1

Congregação dos primogênitos. Heb 12,23

Candelabro de ouro. apoc 1,20

Casa de Deus. Heb 10,21

Deus não pode Habitar com o erro.

Casa de Cristo. Heb 3,6

CRISTO NÃO EDIFICARIA PARA SI UMA CHOÇA ESBURACADA

Casa espiritual. I pe 2,5

Edificio de Deus. I Cor 3,9

Esposa do Cordeiro. Apoc 19,7

COMO CRISTO NÃO É POLÍGAMO, SOMENTE UMA É SUA POMBA> A IGREJA UNA, SANTA, CATÓLICA, APOSTÓLICA E ORTODOXA.

Família de Deus. Efs 3,15

Posseção divina. Is 19,25

Herança preciosa. Jer 12,10

Sendo preciosa não pode ter sido deixada a sorte das instituições puramente naturais.

Novo Israel.

Tão superior ao antigo quanto a realidade é superior a sua sombra ou reflexo.

Santa Jerusalem. apoc 21,10

Pois Jerusalem foi intitulada pelos padres congregados no Concílio de Constantinopla como sendo "Mãe das Santas igrejas de Deus". O Hiponense também se refere a igreja hierosolimitana nos mesmos termos em sua "Civita Dei"

Memória de Deus. I Cor 3,9

De cuja memória a santa doutrina não pode sair.

Monte do Senhor. Zac 8,3

Porque é elevada em autoridade e poder. S Gregório Dialogos

Monte da santidade. Sl 2,6

Redil de Cristo. Jo 10,16

Rebanho de Cristo. I pe 5,2

Sendo ele pastor zeloso jamais permitiria que os lôbos destruissem por completo seu rebanho.

Santuário de Deus. Is 60,13

E não um ermo desolado.

Tabernáculo de Deus. Apoc 21,3

Porque Cristo se encontra verdadeiramente nela.

Templo de Deus vivo. I Cor 6,16

Feito por suas próprias mãos (pois foi o Deus encarnado Jesus Cristo que lho edificou empregando os apóstolos como pedras) e não por mãos puramente humanas.

Virgem. Jer 31,4

E não prostituta, mancumunada com o erro e a falsidade.

Vinha. Is 5,1 e Jer 12,10

E seu fruto é a sagrada eucaristia.


DO CONJUNTO DOS TÍTULOS CRISTÃOS, APOSTÓLICOS E PROFÉTICOS SOMOS CONSTRANGIDOS A DEDUZIR QUE A IGREJA DE CRISTO É INFALIVEL E INDESTRUTÍVEL.


Os títulos foram extraidos do "Dicionario Biblíco" escrito pelo Pastor protestante Manrique Alonso Lallave, Sevilha, Ariza, 1880. tomo II apendice à pg 544


Os comentários são nossos.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sábias reflexões do Lutero Maduro.


Cinco anos antes de entregar sua alma ao Senhor, o 'deformador' alemão publicou um Livro intitulado "Dos concilios e da Igreja" no qual se encontram registradas as seguintes palavras sobre a Igreja:




"Pois bem: como ja foi dito, o catecismo nos ensina que deve haver sobre a terra um santo, povo Cristão, E QUE ESTE DEVE PERMANECER NA TERRA ATÉ O FIM DO MUNDO, EIS UM ARTIGO DE FÉ QUE NÃO PODE CADUCAR ATÉ QUE SE REALIZE O QUANTO CREMOS...

QUE SINAL EXISTE, POIS, PARA QUE UM POBRE HOMEM CONFUNDIDO POSSA DESCOBRIR EM QUE LUGAR DO MUNDO EXISTE SEMELHANTE POVO SANTO E CRISTÃO?

POIS ESTE POVO DEVE ESTAR NECESSARIAMENTE NESTA VIDA E NESTE MUNDO, POIS CRE QUE VIRA UMA VIDA CELESTIAL E PERPÉTUA, MAS AINDA NÃO ESTA NELA; PORTANTO DEVE ESTAR NESTA VIDA E NESTE MUNDO E ASSIM PERMANECER ATÉ O FIM DOS SÉCULOS.

POIS COM DIZER: 'CREIO NA OUTRA VIDA' CONFESA QUE NÃO SE ACHA NELA, MAS QUE NELA CRE E ESPERA E AMA-A COMO SUA VERDADEIRA PÁTRIA...

QUANTO A SANTA PALAVRA DE DEUS ASSIM DISTINGUIMOS, BASEADOS NO APÓSTOLO PAULO: 'ALGUNS LHA POSSUEM EM FORMA ABSOLUTAMENTE PURA ENQUANTO OUTROS NÃO'. OS QUE LHA POSSUEM E A TEEM DE FORMA PURA SÃO DESIGNADOS COMO 'OS QUE EDIFICARAM COM OURO, PRATA E PEDRAS PRECIOSAS.' ENQUANTO QUE OS DEMAIS, QUE NÃO LHA POSSUEM DE FORMA PURA SÃO DESIGNADOS COMO AQUELES QUE 'EDIFICARAM SOBRE FENO, PALHA OU MADEIRA."



in DOS CONCÍLIOS E DA IGREJA. BUENOS AIRES, LA AURORA, OBRAS DE MARTIN LUTERO, VOL VII PP 253


Conclusões:




  • Lutero reconhece que a Igreja não pode perder sua visibilidade.

  • Marca distinção entre ela e a Igreja invisivel.

  • Admite que a Igreja visivel deva atravessar os séculos até o fim do mundo. O QUE COMPORTA PERENIDADE.

  • E que pode estar em posse do CONTEUDO OU MENSAGEM DA PALAVRA DE DEUS EM SUA FORMA PURA E PERFEITA, O QUE IMPLICA NECESSARIAMENTE NUMA INFALIBILIDADE.

  • Embora algumas igrejas particulares possam edificar sobre 'feno, palha ou madeira' ou seja apregoar falsas doutrinas.`


É pois a verdadeira igreja de Cristo: Visivel, perene e infalivel ou pura doutrinariamente falando.


E no entanto nenhuma seita protestante pode demonstrar sua existência visivel antes de Wycliffe, ou revindicar para si o DOM DIVINO DA INFALIBILIDADE OU MESMO DA IMUTABILIDADE DOUTRINÁRIA.


Donde se segue que somente a Igreja Una, Santa, Católica, Apostólica e Ortodoxa, é de origem divina, sagrada e celestial.



A grande objeção ou nervo da controvérsia.











Tendo fornecido aos sectários as 'razões de nossa esperança' e impugnado duas miseráveis objeções contra o sinal característico da Igreja fundada pelo Cristo: sua infalibilidade nem por isto fica dirimida a controvérsia.


Pois os campeões do protestantismo cuidam possuir um grande trunfo em suas mangas, trunfo capaz de reverter as catadas, de ganhar o jogo e de virar a mesa...


E não devemos nos admirar que batidos no Terreno divino do Evangelho - onde a palavra inspirada e infálivel de Jesus lhos esmaga - vencidos no campo da pena apostólica e derrotados até mesmo no campo de seu querido apocalipse, OS PROTESTANTES FUJAM COMO RATOS DO CAMPO DO NOVO TESTAMENTO, PARA FIRMAR DOUTRINA NO CAMPO DO ANTIGO TESTAMENTO!!!


Sim caríssimo leitor, amigo e irmão, parece insólito, mas assim o é...


Já a quatro ou cinco séculos os protestantes agem deste modo, julgando ser capazes de impugnar a infalibilidade da Igreja fundada por Cristo com base em documentos escritos séculos antes dela ter sido fundada...


Nós entretanto, como cristãos que somos devemos ser pacientes até o extremo com aqueles que erram, supondo sempre que estão de boa fé e que buscam servir a Deus com o coração purificado.


E por isso temos o grave dever de advertir os que se vão por meandros escusos, para que reformem suas vontades, mudem de caminho e se acheguem mais e mais da fé verdadeira, da esperança incorruptivel e da caridade viva e operante.


Por isso devo informar o leitor a respeito da leviandade, do oportunismo e da desonestidade com que os advogados do protestantismo teem abordado a questão da Infalibilidade eclesiástica.


Empregarei para isto a primeira obra de controvérsia publicada por um reformado em nosso país.


Trata-se do livro intitulado "A Igreja romana a barra do Evangelho.", o qual foi publicado pelo Pastor presbiteriano Miguel G. Torres no ano da graça de 1879, ou seja há cento e trinta anos, no final do segundo Império.


Embora se trata duma obra escrita contra a Igreja cismática de Roma, a parte referente a Infalibilidade da Igreja, também atinge de cheio as pretenssões da Igreja Católica e Ortodoxa, igualmente infalibilistas e perenalistas.


Efetivamente quando os missionários protestantes se dirigem ao território de nossas igrejas mães - Alexandria, Jerusalem, Bagdad, Damasco, Antioquia, Istamboul, Atenas ou Kiev - não empregam outra linguajar com o intuito de seduzir e enganar aos santos.


Por isso julgamos ser util acompanhar o roteiro deste livro.






Ortodoxo - Demonstramos pois que o Senhor Jesus Cristo prometeu verdadeira perpetuidade e infaliblidade a sua Igreja e que o apóstolo Paulo, compreendeu tais promessas nos mesmos termos, de modo que S Crisóstomo assim se expressou: "E seu fundador lhe fez promessas de triunfo e vitória sobre seus inimigos.' in 2 homilia sobre Atos



P - "Assim são os homens sacando tristes ilações das palavras de Jesus, quando delas deseja servir-se para seus fins. RECORDA-TE PORÉM DAS PROMESSAS FEITAS POR DEUS A


E G R E J A D A V E L H A D I S P E N S A Ç Ã O


Se não foram mais gloriosas, FORAM TÃO PRECIOSAS COMO AS DA NOVA DISPENSAÇÃO. E o que disse Jesus Cristo dessa E G R E J A quando andou pelo mundo?

Disse que ela apostatou e que perverteu a lei de Deus. E pode-se adiantar que Deus enganou-a com falsas promessas falazes ou que lhe tenha feito promessas que não pode manter?" OPUS CIT




EXPLANAÇÃO




O - Benditos céus, quanta treva!


Há na exposição acima, encontrada em centenas de obras protestantes de contorvérsia, uma grande doze de veneno que precisa ser destilado com toda paciência para que os incaútos possam saber o que é um veneno e como o veneno pode ser sútil.


Começemos desfazendo a confusão do nome.


Menciona o pastor protestante uma Igreja do Antigo ou do Velho Testamento, ou como dizem outros uma igreja judaica o que faz o incaúto imaginar Abraão ou Moisés reunindo seus secretários, fundando uma verdadeira igreja e fazendo-lhes promessas de infalibilidade semelhantes as que foram feitas pelo Verbo a SUA igreja, ou, como Abraão ou Moisés não pudessem prometer o que eles mesmos como mortais não possuiam, podemos imaginar muito candidamente uma voz saindo do céu: E AS PORTAS DO SHEOL JAMAIS PREVALECERÃO CONTRA ELA...


Sabemos no entanto que tal jamais se deu.


Afinal a religião ou fé do Testamento antigo estava diretamente relacionada a um povo o qual aos poucos constituiu - ele mesmo e não Deus - um sacerdócio natural.


Sacerdócio que posteriormente recebeu dos profetas promessas não de infalibilidade mas de ampla longitude.


Pois as palavras com que os tradutores protestantes e romanos traduzem eterno <> não significam necessariamente perpétuo, mas prolongado, aplincando-se o mesmo ao hebraico.


Portanto segundo a palavra escrita podemos provar que aos sacerdotes hebreus foi prometida certa longevidade mas de forma alguma perenidade, como supõe aleivosamente nosso pastor.


E de fato tendo tal sacerdócio principiado no tempo de David ou Salomão, é certo que atingiu a duração de dez séculos ou um milênio, praticamente o triplo da duração do império dos persa, por exemplo.





E NEM POR ISSO DEVEMOS OU PODEMOS CONFUNDIR OU RELACIONAR ESTE SACERDÓCIO COM A IGREJA DE CRISTO.


Grosso modo o povo do Velho Testamento formava uma Igreja ou gemeine, quero dizer uma comunidade, congregação, ou assembléia; tal e qual os pagãos reunidos perante as autoridades em éfeso formavam uma Igreja (ekklisia) - Atos 19,32 - tal e qual os maometanos formam uma assembléia ou igreja, e os facistas, e os carnavalescos, etc, etc, etc em sentido lato toda multidão, grupo ou turma pode ser chamada de Ekklisia ou igreja... daí Lutero empregar o termo "igreja deles" ou seja dos judeus, em seu livro sobre "Os concílios e a Igreja", e não sem certa malícia na medida em que por igreja o povo de então designava particularmente a ASSEMBLÉIA OU CONGREGAÇÃO FUNDADA POR CRISTO JESUS, com excessão das demais.


Desde então os protestantes se apegaram a tal expressão, até onde eu saiba desconhecida pelos padres antigos.


A intensão aqui é bastante clara: confundir a assembléia de Cristo, com a assembléia dos judeus e com todas as demais assembléias e congregações de origem puramente humana, COMO SE O TER SIDO FUNDADA POR CRISTO COM FINS ESPECIFICOS E PROMESSAS ESPECÍFICAS NADA SIGNIFICASSE...


E assim tem feito eles com o pérfido intuito de confundir...


Vá lá que os hebreus, israelitas ou judeus formassem uma ekklisia, a congregação ou assembléia de Abraão ou de Moisés, ou mesmo dos profetas... concedo que fossem uma ekklisia ou uma igreja, MAS NÃO COMO INSINUAM MALDOSAMENTE OS PROTESTANTES A IGREJA CRISTÃ, HISTÓRICA E APOSTÓLICA FUNDADA POR JESUS DE NAZARÉ CERCA DE 30 desta era.


Tratam-se de duas assembléias ou congregações ou igrejas totalmente diferentes uma da outra e aquela correspondia no máximo a uma sombra ou imagem distorcida desta última.


E não temos nada a tratar da assembléia ou igreja de Moisés... pois ignoramos quando e como o Padre eterno lhe tenha prometido a perenidade ou a infalibilidade.


Afinal, como afirmou S Estevão, ele sequer dignou-se falar com ela, entregando-lhe a lei POR MEDIAÇÃO DOS ANJOS. Atos 7,53


Não existem portanto as tais "promessas tão preciosas como as da nova dispensação" e nem poderiam existir posto que DEUS SE FEZ CARNE APENAS E TÃO SOMENTE NESTA DISPENSAÇÃO, NÃO PODENDO HAVER NADA DE TÃO PRECIOSO QUANTO AS PROMESSAS EMITIDAS PUBLICAMENTE PELA BOCA DE UM DEUS ENCARNADO.


Tampouco é verdade que a antiga igreja ou dispensação TENHA APOSTATADO E PERVERTIDO A LEI DIVINA, como afirma nosso pastor, ao menos até ter regeitado o Messias prometido, parece certo que a sinagoga gozou de certa proteção divina e infalivel, ao menos quanto ao que os antigos hebreus possuiam de divino e que enquanto tal foi apontado pelo Senhor Jesus Cristo: o monoteismo e o Decalogo. E não consta que até hoje os judeus tenha apostatado do monoteismo...


Por isso Jesus Cristo disse ao povo: "OBSERVAI E FAZEI TUDO QUANTO DIZEM, MAS NÃO FAÇAIS O QUE ELES FAÇAM" Mt 23,3 pois se bem que os fariseus não cumprissem os mandamentos divinos, nem por isso lhos haviam pervertido como insinua venenosamente nosso pastor, e menos ainda apostatado com relação ao monoteismo. Estavam sim errados, quanto suas vidas, mas não quanto a doutrina judaica no que tinha de verdadeiro e foi incorporado pela Igreja de Cristo (o monoteismo e do Decalogo).


Por outro lado caso os judeus tivessem mesmo apostatado o monoteismo e pervertido o Decalogo antes de terem regeitado o Salvador, porque raios o Salvador diria ao povo para ouvir seus falsos e pervertidos ensinamentos?


Equivocasse pois o nobre pastor, afinal se haviam duas coisas sobre as quais saduceus, fariseus e essênios (e poderiamos acrescentar Jesus) estavam de pleno acordo ( e apenas isto é divino no judaismo) eram o monoteismo e o Decalogo.


Na verdade os judeus só regeitaram o Cristo por questões de ordem puramente temporal, política ou financeira e por isso em troca deste mundo perderam a posse do mundo espiritual, com relação ao qual ora não passam de pigmeus ou paraliticos.


Portanto não há falha alguma da parte de Deus onde jamais houve promessa alguma nos termos das promessas feitas por Cristo a sua Igreja: as portas do inferno jamais prevalecerão contra ela.



RECAPITULANDO




  • As duas congregações citadas <> são totalmente distintas, exceto pelo monoteismo e o Decalogo que a última recebeu da primeira enquanto coisa sagrada e divina.

  • A congregação etnica dos hebreus jamais recebeu qualquer promessa de perenidade ou de infalibilidade da parte dos céus.

  • Recebeu sim da parte dos profetas promessas de longevidade e tais promessas foram efetivamente cumpridas.

  • Recebeu tambem algumas promessas vagas de felicidade mas condicionadas a aceitação do Messias.

  • Permaneceu fiel, sem embargo aos dois depósitos que lhe haviam sido confiados: o monoteismo e o Decalogo.

  • Portanto não há qualquer mentira ou brincadeira da parte de Deus mas sim dos apologistas protestantes. Afinal foi da cabecinha deles que sairiam as tais promessas de perenidade e de infalibilidade dirigidas por sei lá quem a sinagoga.

  • A Congregação ou Igreja Cristã e Católica, posta sobre o fundamento apostólico, seu fundador fez promessas claras, objetivas, simples e diretas de PERENIDADE E INFALIBILIDADE as quais sendo Deus Todo Poderoso permanece rigorosamente adito e fiel.


Objeções mínimas













Tendo publicado nossas referências escriturísticas e demonstrado a infalibilidade da Igreja Histórica nos pódromos da inspirada palavra de Deus, trataremos de examinar as objeções comumente divulgadas pelos protestantes em suas obras de controvérsia.


Protestante - Textos há na palavra de Deus que supõe a queda ou apostasia da igreja.

Ortodoxo - De minha parte confesso ignorar a existência de tais textos, aguardo pois a demonstração.

P - Como queira.



OBJEÇÃO NÚMERO 01 - Rom 11,20 e seguintes



16. Se as primícias são santas, também a massa o é; e se a raiz é santa, os ramos também o são.
17. Se alguns dos ramos foram cortados, e se tu, oliveira selvagem, foste enxertada em seu lugar e agora recebes seiva da raiz da oliveira,
18. não te envaideças nem menosprezes os ramos. Pois, se te gloriares, sabe que não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.
19. Dirás, talvez: Os ramos foram cortados para que eu fosse enxertada.
20. Sem dúvida! É pela incredulidade que foram cortados, ao passo que tu é pela fé que estás firme. Não te ensoberbeças, antes teme.

21. Se Deus não poupou os ramos naturais, bem poderá não poupar a ti.
22. Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: severidade para com aqueles que caíram, bondade para contigo, suposto que permaneças fiel a essa bondade; do contrário, também tu serás cortada.


Julgo que o sentido seja patente: da mesma forma como a sinagoga apostatou quanto a Lei de Moisés a igreja de Cristo pode afastar-se de seus ensinamentos. Porque Deus pouparia a Igreja se não poupou a sinagoga? De Sanctis e G Moreno in 'Compêndio de controvérsia entre a palavra de Deus e a teologia romana' imprensa metodista 1917


O - De minha parte em se tratando de uma comparação ou analogia, não vejo que o sentido seja patente.


Afinal todos os compêndios de hermeneútica e exegética protestantes, são unânimes em certificar que nas comparações e parabolas, todos os termos devem ser indentificados para que a relação entre o símbolo e o simbolizado possa ser estabelecida com certeza suficiente.


Embora o amigo de por absolutamente certo que a singagoga são os ramos cortados e que a igreja de Cristo (21) corresponda aos ramos enxertados, que também poderiam vir a ser cortados caso se tornassem infiéis, tal correspondência não é assim tão certa de se estabelecer.


Analisemos pois o texto desde o principio.


No verso decimo sexto o apóstolo refere-se a MASSA OU TRONCO E A RAIZ DIZENDO QUE AMBOS SÃO SANTOS.


Precisamos saber no entanto de que tronco e raiz Paulo esta falando.


Resposta que se encontra no verso seguinte, o décimo sétimo, que refere A UMA BOA OLIVEIRA.


No mesmo verso refere-se a ramos que foram cortados fora da boa oliveira e a ramos que nela foram enxertados.


Ramos que os controversistas protestantes identificam com a Sinagoga - ramos cortados - e a Igreja de Cristo - ramos enchertados e que poderiam vir a ser cortados no futuro (apostasia).


E se perguntares aos protestantes sobre qual seria a oliveira te responderão que é o Cristo.


Pergunta-lhe então qual a raiz e o tronco ou massa e nada te responderão embora alguns deles tenham aventado com a possibilidade de que a natureza divina do Senhor seja a raiz enquanto que sua natureza humana é a massa.


Todavia em parte alguma das santas escrituras JESUS é comparado a um a oliveira, sua divindade a uma raiz e sua humanidade a um tronco. Embora no Evangelho de João Jesus seja comparado a uma videira, a árvore nas escrituras - a vinha, a mostarda, etc - representa quase que sempre a comunidade ou seja a sinagoga ou a igreja.


Admitido que o tronco seja a oliveira seja a sinagoga - como afirmam inumeros protestantes - somos obrigados a deduzir que a raiz santa são os patriarcas e o tronco a lei de Moisés, que os ramos cortados são os hebreus e que os ramos enchertados são os pagãos.


Neste caso porém os pagãos deveriam ter entrado na sinagoga, adotado as instituições dos patricarcas e Moisés e a sinagoga subsistido vitoriosa até os dias de hoje sem ceder passo a tal da igreja.


Dizem então que a oliveira é a IGREJA ESPIRITUAL, INVISIVEL E ETERNA, o tronco os apóstolos e a raiz Santa Jesus - no que estamos parcialmente de acordo - para depois dizer que os ramos cortados são a sinagoga e os ramos enchertados ( que poderiam ser cortados mais tarde) corresponde a Igreja visivel, histórica e apostólica.


Querendo dizer com isto que já a sinagoga era igreja ou parte da Igreja de Cristo e que a igreja de Cristo não passa de uma prolongação da sinagoga!!!


E para dar a sua interpretação um ar de sobriedade afinam: doze ramos de tribos lá, e doze ramos de apóstolos e igrejas cá...


Efetivamente o profo Champlin - in Loc - faz algumas relações neste sentido de que a igreja invisivel seja a oliveira e a raiz o Cristo, embora tambem sugira noutra parte de seus comentários a interpretação anterior.


Em geral os comentaristas protestantes discordam uns dos outros quanto a oliveira, a raiz, o tronco... contentando-se, por mero oportunismo, em indentificar a sinagoga com os ramos cortados e a igreja visivel com os ramos enchertados, tendo em vista firmar seu dogma sobre a apostasia eclesiástica.


Cumpre pois usar de lógica cerrada para cortar duma vez este górdio...


Propondo outras identificações iguais ou superiores dentro das possibilidades.


QUANTO A DISCUSSÃO SOBRE A IGREJA E A SINAGOGA - que será, creio eu, a melhor parte desta disputação - SERÁ, DEVIDO A SUA IMPORTÂNCIA, RELEGADA A UM TÓPICO ESPECÍFIO.


Eis a indentificação proposta por nós:



  • A oliveira, como a vide ou a mostardeira é a Igreja histórica e visivel fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo

  • A raiz Santa dessa oliveira é a pedra ou fundamento mesmo da Igreja a Divindade de Cristo.

  • O tronco da Oliveira é a humanidade de Cristo.

  • Os ramos cortados são os hebreus.

  • Os ramos enchertados são os gentios.

Logo os ramos em questão, que os protestantes identificam com a sinagoga e a Igreja visivel representam na verdade dos grupos de pessoas: as pessoas judias e as pessoas pagãs.


Analise da nossa interpretação


Jesus mesmo dissera a igreja de Jerusalem: eu sou a vide (RAIZ E TRONCO CONFORME AS DUAS NATUREZAS) e vós os ramos. E naquele momento todos os ramos da Igreja eram judeus... e não havia qualquer ramo pagão nela.


P - Gostaria que o amigo me disse-se de que modo os ramos judeus foram cortados da Igreja.



Ortodoxo - Simples.


Tomemos a Igreja hoje, quantos judeus encontram-se inseridos nela?


Praticamente nenhum sendo mesmo o número de convertidos insignificantíssimo.


Entretanto quantos judeus encontravam-se inseridos na Igreja no dia de pentecostes?



Protestante - Cento e trinta...



O - Exatamente.


E quantos eram os membros da Igreja?



P - Cento e Trinta.



O - Ou seja todos judeus.



P - Sim todos judeus.



O - podemos pois definir a Igreja nascente ou ante paulina como uma igreja Judaica, exclusivamente composta por Judeus.



P - Sim.



O - Pois também aqueles tres mil convertidos por Pedro eram judeus.



P - Certamente.



O - Então os ramos daquela igreja nascente eram verdadeiramente pessoas judias.



P - É o que parece.



O - Então posso afirmar que a sinagoga jamais foi cortada da Igreja invisivel, mas que os ramos ou pessoas judias é qur foram cortados da igreja visivel.



P - Mas quando e de que modo.



O - Até o ano quarenta e cinco ou quarenta e sete a Igreja recebeu apenas judeus e nutriu-se apenas desse povo (Atos 11,19) . Por esse tempo todavia foi recebido por Pedro na Igreja de Kaiserói maritima, o primeiro gentio, um piedoso centurião romano de nome Cornélio (Atos 11,1).


Desde então Judeus e gentios passaram a rivalizar no seio da igreja.


Pois os judeus desejavam que os cristãos gentios se submetessem a toda lei de Moisés e as instituições de seus pais, enquanto que alguns cristãos gentios não deixavam de mofar dos cristãos judeus e de provoca-los de diversos modos como descreve Lutero no seu Livro 'Dos concílios e da Igreja'.


Passado algum tempo, talvez alguns anos, certa do ano 49, alguns membros da igreja judaica subiram a Antioquia e se puzeram a ensinar os neófitos que a salvação da alma dependia do rito mosaico da circuncisão.


E como Paulo já lá se encontrasse com Barnabé travou-se logo uma disputação, que se alastrou por todas as igrejas vizinhas causando grande alarma.


Assim, no ano 50 congregaram-se em Jerusalem, sob a presidência de S Tiago, a maioria dos apóstolos e grande parte dos discípulos e doutores, ficando acertado que os CRISTÃOS GENTIOS ESTAVAM DISPENSADOS DA CIRCUNCISÃO E DA LEI DE MOISÉS.


Foi nesta ocasião que os ramos judaicos foram cortados da igreja, pois saindo derrotado do concilio o partido judaizante, os judeus carnais foram se apegando cada vez com mais intensidade aos ritos de seus antepassados e deixando de entrar na igreja, tornando-se a Igreja de Cristo o que é nos dias de hoje uma igreja gentílica ou seja formada predominantemente por gentios e não judeus. Assumiram pois os gentios o lugar dos judeus na medida em que a igreja guiada pelo Apóstolo Paulo aprofundou sua consciência no que fiz respeito, a graça, a fé e as verdadeiras obras.


Por isso Paulo, escrevendo a parte gentílica da igreja romana (pois Pedro era o chefe da facção judaica da mesma igreja), a qual talvez até ja suplantasse numericamente a parte judaica dessa igreja por volta de 58 d C fez questão de dizer aos membros mais afoitos desta igreja, que tal e qual as pessoas judaicas haviam sido cortadas da Igreja visivel, também as pessoas enchertadas no caso as latinas ou romanas também poderiam ser cortadas da Igreja vísivel e substituidas por qualquer outro povo.


Não se trata pois de cortar ou de destruir a Igreja que o próprio Cristo fundou mas sim se substituir um grupo ou tipo de fiéis por outro, permanecendo a Igreja visivel segura e firma, afinal o próprio Paulo afirma mais além:



"









"Esta cegueira de uma parte de Israel só durará até que haja entrado a totalidade dos pagãos." v 25

ENTRADO ONDE?

NA IGREJA HISTÓRICA, VISIVEL E APOSTÓLICA FUNDADA PELO CRISTO.

Pois cortada ou destruida a Igreja como poderiam entrar nela os judeus?

Dir-se-ia que os judeus entrarão na 'Eloim Rafá' ou na 'Bola de Neve', então haverão de entrar em outras organizações distintas, mas não na igreja de Cristo indicada por Paulo. Pois jamais se ouviu dizer que no tempo de Pedro, Paulo, Tiago, João e André houvesse uma "Igreja da Graça", uma "Sara nossa terra" ou uma "Renascer em Cristo."

Portanto, para que se cumpra o oráculo divino e os judeus se agreguem a família de Cristo as Igrejas fundadas por Pedro, Paulo, Tiago, João, André e pelos demais apóstolos devem permanecer vivas e fiéis como de fato se dá.




OBJEÇÃO NÚMERO O2 - I Cor 10,12

"Portanto, quem pensa estar de pé veja que não caia."


P - "O apóstolo fala á igreja de Corinto, mas faz alusão a judaica (!!!)"
Sanctis e Moreno iden id

O - É verdade que a carta em questão é dirigida a Igreja particular de Corinto e até poderiamos admitir sem maiores problemas que se trata da possibilidade de que uma igreja particular venha a cair.

Jamais afirmamos que qualquer igreja particular possa vir a cair.

(Mas também não admitimos que a igreja Histórica, Católica e ORTODOXA, formada pela união das diversas igrejas apostólicas particulares, SEJA ELA MESMA UMA IGREJA PARTICULAR, COMO AS SEITAS FUNDADAS PELOS HOMENS A PARTIR DO SÉCULO DÉCIMO SEXTO.)

Seja como for o texto em questão SALIENTANDO QUE DIVERSOS MEMBROS DA RELIGIÃO MOSAICA VIERAM A CAIR NOS TEMPOS PASSADOS, ALERTA OS MEMBROS MAIS ORGULHOSOS DA IGREJA CRISTÃ DE CORINTO QUE TAMBÉM ELES PODERIAM VIR A CAIR.

Daí admoesta-los nestes termos:

"Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapassasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela." verso 13

O que não se aplica nem a sinagoga, nem a igreja de Cristo mas tão somente a pessoas ou individuos.

Afinal nem a religião Mosaíca apostatou por completo e desapareceu no meio do deserto, nem desapareceu a igreja apostólica de Corinto ainda hoje florescente e fiel as tradições que lhe foram legadas.

Não há nada, absolutamente nada neste texto que aponte para qualquer igreja particular, quanto mais para a Igreja universal de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Aplicar um tal texto a Igreja constitui verdadeira desonestidade.





OBJEÇÃO 03 - Atos 20,29

"Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho. Mesmo dentre vós surgirão homens que hão de proferir doutrinas perversas, com o intento de arrebatarem após si os discípulos."


P - Isto diz respeito a apostasia da Igreja que após a morte dos apóstolos passou a ser cada vez mais dominada por falsos mestres e doutores até que a sã doutrina foi obscurecida por completo. (argumento frequentemente explorado pela imensa maioria dos apologistas protestantes - loci comune - os quais só se dão ao trabalho de alterar as palavras com que é expresso)

O - Em parte alguma do texto inspirado esta registrado que os tais lôbos cruéis passariam a dirigir ou governar o rebanho na pessoa dos Bispos e presbiteros, mas apenas e tão somente que os tais lobos cruéis não haveriam de poupar o rebanho, afinal é da natureza do lôbo persseguir as ovelhas.

E Paulo bem sabia que se tais lôbos - como Dimitri, Alexandre, Himineu, Filetos e Diótefres - tinham a audácia de se opor aos apóstolos, em face, e com toda a arrogância, que não haveriam de fazer após a morte dos apóstolos?

E de fato foi somente após a partida de Pedro, Paulo, Tiago, João, André, Filipe, Bartolomeu e dos demais apóstolos, que os sectários e as seitas passaram a proliferar, no dizer de S Hegesipos.

O que o apóstolo não diz nem de longe é que tais homens assumiriam o controle da Igreja e que a destruiriam. Isto quem diz são os protestantes, porque lhes convem.

Afinal seus líderes e mestres são os forjadores de doutrinas perversas, falsos profetas e enganadores, enquanto nossos líderes são os sucessores dos apóstolos, isto é, os Bispos.

Bispos aos quais o próprio Paulo se dirige:

"Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue." verso 28

Bispos escolhidos por ele mesmo Paulo e pelos demais apóstolos assistidos pelo Espírito Santo.

Como pois dizem os protestantes que justamente os Bispos aqui advertidos foram os promotores da apostasia?

Acaso nem o Espírito Santo nem os apostólos possuiam sabedoria suficiente para escolher sucessores e Bispos fiéis?

Mais ainda, o apóstolo suplica e intercede diante de Cristo pelos Bispos e as igrejas apostolicas:

"Agora eu vos encomendo a Deus e à palavra da sua graça, àquele que é poderoso para edificar e dar a herança com os santificados." v 33

E foi devido a estas súplicas calcadas na súplica sacerdotal do Verbo divino (Jo 17) que as igrejas apostólicas, guiadas pelos Bispos ortodoxos, LOGRARAM RESISTIR E TRIUNFAR QUANTO A ESTES LÔBOS CRUÉIS E FURIOSOS: Simão, Dociteus, Ebion, Saturnino, Valentino, Basílides, Carpocrates, Cerdon, Elkasai, Montano, Mani, Ario, Eutiques, etc

Primeiro a Igreja de Deus foi assolada pelas seitas gnósticas, e delas triunfou.
Depois foi furiosamente sacudida pelo arianismo durante um período de quatro séculos e saiu vencedora.
Em seguida foi assediada por Eutiques e seus partidários, logrando mais uma vez obter a salvação.
Durante dois séculos foi convulsionada pelos iconoclastas, adversários da encarnação do Senhor, mas conseguiu suplanta-los.
Depois veio o cativeiro do Islã, devido ao qual tantas e tantas formas e agremiações religiosas se extinguiram, mas a Ortodoxia permaneceu viva até nossos dias.
Após Maomé os papas de Roma tudo fizeram para seduzir e encadear a Igreja, mas não lograram êxito.
Enfim, nos tempos de hoje, a igreja Una, Santa, Católica e ortodoxa é atacada, em cada uma de suas congregações apostólicas (especialmente no Iraque) por uma multidão de missionários heréticos advindos das trevas ocidentais...
Verdadeiros sucessores dos gnósticos, dos arianos, dos eutiquianos, dos maometanos e dos papistas...

Tal e qual os lôbos de outrora: Simão, Dociteus, Ebion... etc os lôbos de hoje: Lutero ( este o mais manso de todos), Zwinglio, Munzer, Calvino, Socino, Smyth, Muller, Russel, Vrigen, Francescon, Hernandez, Macedo, Soares, Rodovalho, etc

Estes que não se encontram mencionados nas santas escrituras e que não foram escolhidos pelos apóstolos são as verdadeiras feras sanguinárias e carniceiras que atacam a igreja de Cristo.

E eles não tem deixado de fazer discípulos e de fomentar a apostasia em nosso meio.

E suas doutrinas perversas de sabatismos, anabatismos, biblismos, livre examinismos, fideismos, antinominiasmos, unitarismos, predestinacionismos, dizimismos, pentecostalismos, fetichismos, etc devemos encara-las como sujeira, lepra e contaminação espiritual.

Pois nossa fé, a fé pura e imaculada mantida pelos Bispos Ortodoxos, ela e somente ela é aquela fé "Uma unica vez entregue aos santos."

E porque foi entregue uma única vez?

Porque é incorruptivel e porque a Igreja que a tem professado não pode falhar.




OBJEÇÃO 04 - I Tessalonicensses 2,3


"Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia..."



P - Como pois o amigo afirma que a igreja não haverá de apostatar se o próprio apostolo Paulo declara que a apostasia vem primeiro?


O - Porque o termo apostasia pode ser compreendido de dois modos:

- Com relação aqueles que tendo pertencido a Igreja e nela militado por fé e obras na esperança da vida eterna, DELA SAEM E SE APARTAM.

Este é o sentido com que a palavra apostasia é empregado dezenas de vezes na Epistola aos Hebreus.

Apostasia do crente com relação a divina revelação, no sentido deste vir a regeita-la conscientemente.


- Com relação a uma determinada Igreja que venha a perder a fé e a cair como um todo.

Ora em nenhuma parte da escritura canônica esta escrito de modo claro e inequivoco sobre uma apostasia por parte da Igreja de Cristo.

Como este texto é dúbio, por não especificar de que tipo de apostasia se trata, só é possivel interpreta-lo a luz de outros textos inspirados que empreguem a mesma palavra, no caso apostasia.

Por isso estamos obrigados a receber o termo apostasia no sentido que lhe é fixado pelo autor da epistola aos romanos: como a apostasia de pessoas ou crentes que rompem com a igreja e dela se afastam (apostasia externa)

E não como a apostasia de toda igreja por incúria com relação a sã doutrina. (apostasia interna)

Neste sentido, caso recebamos a profecia de Paulo como essencialmente Cristã - e não como mero reflexo pessimista da teologia apocaliptica judaica - somos levados a crer que Paulo se refere ao tempo presente e a apostasia dos Cristãos ortodoxos que assediados por falsos profetas bandeiam-se para as fileiras do Vaticano ou das seitas.

Alias a extraordinária multiplicação das seitas em detrimento da verdadeira igreja: histórica, apostolica e visivel, parece justificar tal interpretação.




OBJEÇÃO 04 - APOCALIPSE 12,6


"A Mulher fugiu então para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um retiro para aí ser sustentada por mil duzentos e sessenta dias."

&

"para o deserto, para o lugar de seu retiro, onde é alimentada por um tempo, dois tempos e a metade de um tempo, fora do alcance da cabeça da Serpente."



P - "Portanto durante todo esse tempo a igreja teve de permanecer escondida." Ernesto Luiz de Oliveira iden pp 15



O - Segundo a doutrina protestante - cf Lauro Bretones, Ellen White, Samuel Maitland, e outros - a igreja apostatou ou tornou-se invisivel logo após a morte do derradeiro apóstolo S João, por volta de 100 a 120 d C.

Os anabatistas e sabatistas especialmente insistem numa apostasia bastante precoce consumada no máximo cerca de 120 desta era.

Os demais corifeus do protestantismo dividem-se ao infinito quanto a tentativa de datar a apostasia ou ocultamento da Igreja, optando uns pelo ano 200, quando segundo creem foram estabelecidas as orações pelos mortos e o culto aos mártires; outros por 313, quando constantino tornou livre a profissão da fé Cristã - até então proibida sob pena capital - outros ainda por 381 ano em que o grande Teodósio proclamou o Cristianismo como a religião oficial do Império, outros por 550/560 quando Justianiano determinou as primeiras persseguições aos dissidentes religiosos e outros por fim a um hipotético surgimento do papado em 611 (decreto de Focas) ou 843 (as pretenssões do Papa Nicolau, o grande).

De modo que nem mesmo a respeito deste ponto tão importante existe acordo entre os protestantes e eles permanecem cindidos, alguns postulando uma apostasia já em 120 e outros fazendo-a postergar por sete séculos até 843...

Admitamos porem, com os sectários mais fanaticos e atilados, que a apostasia ou ocultamento da igreja ocorreu por volta de 120 d C para ver se tal afirmação corresponde de alguma maneira a descrição que temos em apocalipse 12.


"Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono." verso 5


Posto esta que a primeira parte do verso diz respeito a Virgem Maria - a qual por sua vez é também figura da igreja (Virgem e Pura) - e ao nascimento do Senhor. De modo que a segunda parte refere necessariamente a ascenssão do Senhor, ocorrida no mais tardar em 36 d C.

Ora entre este ano 36, em que a natureza humana do Verbo regressou a dimenssão espiritual, e o dito 'ocultamento' apostasia da Igreja, o autor do Apocalipse não registra qualquer intervalo de tempo, por mínimo que seja, dando a entender que a ascenssão do Senhor e o ocultamento/apostasia foi por assim dizer um ato contínuo: Jesus ascendeu e sua igreja apostatou, já durante a era apostólica e cerca de oitenta ou cem anos da data postulada pelos protestantes mais fanáticos.

Pois protestante algum poderia admitir que a era apostólica, em que foram elaborados os escritos inspirados, fosse ela mesma uma era de franca apostasia...

E no entanto o hagiografo apocaliptico não interpõe qualquer espaço de tempo entre a ascenssão do Senhor e a fuga da mulher para o deserto.

Isto significa que a fuga para o deserto não pode ser compreendida no sentido que os protestantes lha explicam ou seja em termos de apostasia e sim em termos de PERSEGUIÇÃO TEMPORAL POR PARTE DOS JUDEUS E DOS PAGÃOS, perseguição que iniciou-se praticamente após a ascenção de Jesus ( se levamos em conta a sova que Pedro e João tomaram por ordem do Sinédrio ) a ponto de já no ano 38 ou 39 os Cristãos de Jerusalem serem obrigados a se esconder, de terem de fugir para Damasco no ano seguinte e de serem expulsos da terra santa cinco anos depois... tal a condição da Igreja até a morte de Juliano, seu ultimo perseguidor em 368/369.

Durante todo este tempo, enquanto perseguida, a Igreja teve de ocultar-se em catacumbas, desertos e florestas para escapar a destruição. Não havia por assim dizer um 'culto público' e acessivel, mas, nem por isso, A IGREJA DESAPARECEU POR COMPLETO OU TORNOU-SE INVISIVEL COMO INSINUAM OS PROTESTANTES.

Ocultou-se em parte sim, pois teve de fugir a sanha dos césares e de de retirar-se para regiões ermas, desérticas e pouco povoadas, mas nem por isso tornou-se fantasmagórica ou como se não existisse. Apesar de seu retiro forçado, ela dava mostras de sua existência através do saneamento moral que promovia.

Isto é tão certo que os imperadores romanos suscitaram dez grandes perseguições, justamente porque, apesar de seu exilio forçado, a Igreja dava mostras não só de existência mas de vitalidade e duma tal vitalidade que chegava a exasperar os filhos de Marte...

Que o retiro e fuga da mulher/igreja corresponda as persseguições promovidas pelos judeus e pagãos, fica evidente se consideramos o verso décimo quarto, pertinente a duração do retiro perseguição.

Pois refere-se a tres tempos e meio. (Um tempo + dois tempos + meio tempo = tres tempos e meio)

Tomemos a unidade tempo por século e teremos três séculos e meio.

Caso contemos da ascenção de Jesus em 33 ou 36 a morte de Juliano e/ ou a oficialização da religião Cristão por Teodósio em 381 - quando cessou de todo a perseguição iniciada pelo Sinédrio - temos quase que trezentos e cinquenta anos ou seja tres séculos e meio ou ainda, na linguagem do hagiografo, tres tempos e meio.

Portanto a era das perseguições que precede a oficialização da fé Cristã corresponde muito melhor a fuga e retiro da Igreja descritos em apocalipse 12 na medida em que impedia a igreja de ter existência e vida públicas embora não lha pudesse destruir.

Por outro lado nada, absolutamente nada no presente texto parece aludir a um desaparedimento completo ou a uma apostasia doutrinária por parte da Igreja.

Cumpre advertir ainda que sendo o apocalipse um livro demasiado simbólico e obscuro - a ponto dos expositores protestantes como Anibal Nora, Ernesto Luiz de Oliveira, etc não chegarem a qualquer acordo quanto ao sentido da maior parte de suas expressões e figuras - é imprudente querer firmar doutrina partindo dele, especialmente quando contamos com apenas um texto ou uma ilha contextual.






Corolário

Número de referências diretas: 04 (quatro)
Classificação - satisfatório, não se trata de um único texto isolado ou de ilha contextual como por exemplo aquele unico texto que tem servido de base para que os sabatólatras apregoem o mítico 'juizo investigativo'
Matéria dos textos: classe A > duas referências extraidas do Evangelho, que é a palavra do Deus encarnado e infalivel Nosso Senhor Jesus Cristo

Classe B > duas referências extraidas da pena apostólica, a saber da lavra do Beatíssimo apóstolo Paulo, via de regra endeusado como super apóstolo por Lutero e seus seguidores.

Forma dos textos: Classe A, não há corrupções textuais, nem variantes, nem palavras de natureza dúbia com relação a qualquer um deles.

Tratam-se pois de quatro evidências perfeitamente satisfatórias sob todos os aspectos ou seja quanto ao número, a matéria e a forma.

Obs: Há ainda outras tantas referências indiretas, referentes ao poder e autoridade apostólica, as quais no entanto serão elencadas, examinadas e discutidas quando tratar-mos da apostolicidade da Igreja, da cadeia de sucessão apostólica e da sagrada tadição.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

III > Demonstração através das epistolas do Beatíssimo Paulo


COLUNA E SUSTENTÁCULO DA VERDADE É A IGREJA DE DEUS






P - Há mais alguma referência a pretenssa infalibilidade da Igreja no corpo do Novo Testamento?

O - Sim, há e são dois.

P - E onde se encontram essas tais referências.

O - Vamos por partes.

P - Pode começar.

Testemunho 03 - Efésios 5,23 - 32

"Cristo é a cabeça da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador.

Ora, assim como a Igreja é submissa a Cristo...

Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela,

para santificá-la, purificando-a pela água do batismo com a palavra,

para apresentá-la a si mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa e irrepreensível.

Certamente, ninguém jamais aborreceu a sua própria carne; ao contrário, cada qual a alimenta e a trata, como Cristo faz à sua Igreja

Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois constituirão uma só carne.

Este mistério é grande, quero dizer, com referência a Cristo e à Igreja."





Cristo é a Kelafa ou cabeça da Igreja enquanto que a igreja é seu corpo.

Quando se sucede entre nos o nascimento de um gato com cabeça de cão ou um cão com
cabeça de cabrito ou o que é pior um humano com cabeça de animal, dizemos tratar-se de um monstro. Pois a natureza da cabeça não corresponde a do corpo e vice versa constituindo tal desemelhança uma anormalidade.

Sabemos que Jesus Cristo Nosso Senhor possui duas naturezas verdadeiras: a natureza divina gerada pelo Pai na eternidade e a natureza humana gerada pela Virgem Imaculada no tempo, durante o reinado de Augusto César sobre os romanos.

Portanto, se ele, Cristo é indigitado pelo apóstolo como sendo a 'kefala' ou cabeça da Igreja, devemos concluir que a condição da Igreja é igual a dele ou seja dupla possuindo também ela uma natureza divina e uma natureza humana.

Do contrário, da união de seres completamente distintos: o Cristo e uma instituição puramente hunana, só poderia sair um monstro abominável.

Portanto tal e qual sua cabeça, assim é a igreja enquanto corpo de Cristo: a um tempo divina pela sua infalibilidade doutrinal e humana por sua estrutura administrativa sujeita ao erro e ao pecado.


A Igreja é submissa - upotassetai (palavra empregada quatro vezes no Novo Testamento sempre com o sentido de submissão ou sujeição) - a Cristo e não rebelde, diz o apóstolo.

E caso deixasse de lhe ser submissa já não seria nem sua, nem igreja... deixaria de existir.

Entretanto subsiste a Igreja, justamente por permanecer leal, fiel e submissa a seu Senhor ou seja por conservar zelosamente o depósito que lhe foi entregue, a saber, a verdade revelada.

Como poderia estar a igreja submissa a Cristo e ensinando doutrinas que não foram ensinadas por ele ou negando aquelas que ele de fato ensinou?

Se a vontade de Cristo é dilatar o verdadeiro conhecimento espiritual como a igreja poderia permanecer subimissa a ele caso estivesse enganando as pessoas?

Submissão e fidelidade correspondem perfeitamente aos planos de Cristo e excluem a possibilidade de qualquer apostasia.



Pois esta escrito também que Cristo 'amou a igreja' e que por ela se entregou - paredwken (empregada nos Evangelhos com relação a entrega do Senhor a seus algozes) - a morte.

Se amou a Igreja como poderia abandona-la?

Se não lha abandonou, antes assistiu-a fielmente com sua graça capacitadora, como poderia ela atraiçoa-lo?

E quando se converteu - no dizer dos reformadores como Knox - num antro perverso de idolatria, continuou a ama-la?

Então criou uma igreja, fez-se cabeça dela e amou-a para depois odia-la durante um período de mil anos?

Por outro lado se se entregou por ela, que graça lhe poderia faltar?

Entregar-se-ia Jesus para depois permitir que ela, a igreja porque se entregou, apostatasse de seus ensinamentos?



Se foi santificada por Jesus ou seja separada do mal, como a Igreja poderia vir a falhar em matéria de fé e a ensinar más doutrinas?






"mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa e irrepreensível."



Como poderia ser gloriosa e infiel ou apóstata?

Acaso a faliblidade em matéria de doutrina não constitui uma mancha?

Dir-se-a que a promoção do erro por parte da Igreja Católica não constitui uma ruga?

Ou será que perder de vista a divina revelação não é defeito.

Como poderia uma insituição ignorar os ensinamentos de seu fundador e ser irrepreenssivel?

Como a igreja poderia ter se corrompido sem se tornar repugnante?

Como poderia ter se tornado idólatra sem se tornar suja e arquerosa?

Como poderia ter desaparecido da face da terra e permanecer gloriosa?





Se Jesus não aborrece a igreja como poderia a igreja ter-se tornado desagradavel?

Se a alimenta e a trata como poderia ter falseado na verdade?

Acaso os alimentos que lhe dá são de má qualidade ou seria o caso do tratamento que lhe é dispensado não ser adequado?

Será que em tal alimento não havia um mísero grama de verdade?

Ou em tal tratamento uma mínima doze de força e fidelidade?




'Os dois formarão uma só carne. Eis um grande mistério sobre Cristo e a Igreja.'



Ou seja Cristo ENTRE CRISTO E SUA IGREJA, A IGREJA HISTÓRICA, A IGREJA APOSTÓLICA POR ELE FUNDADA, EXISTE UM VÍNCULO DE UNIDADE.

É como se não se distinguissem um do outro.

Pois chegam a ser uma só carne, coisa ou ser.

A Igreja identificada com Cristo e Cristo com sua igreja.

E Paulo não fala em qualquer possibilidade de divórcio...

Portanto, se são uma só carne, como a igreja haveria de ignorar ou de falsear a doutrina revelada por Cristo?

Se então em comunhão, em contato e certamente em comunicação de propriedades, ele a verdade, e ela a igreja, como haveria ela de se opor a verdade?

Como poderia ela tornar-se idólatra...

Isto equivaleria a dizer que o Verbo encarnado contraiu nupcias com uma rameira, com uma quenga, com uma prostituta.

E que escolheu uma péssima esposa para sí.

Como podem ser uma só carne ou coisa Jesus e o erro?

Jesus e a falsidade?

Jesus e a heresia?

Jesus e a superstição?




Conclusão: Constituindo a Igreja o verdadeiro corpo de Cristo e Cristo sua verdadeira cabeça; sendo ela, a igreja, submissa ao Cristo sua cabeça; o qual por sua vez entregou-se por ela, a fim de dignifica-la, santifica-la, e torna-la gloriosa, sem mácula, sem mancha, sem ruga e sem defeito, irrepreenssivel... admitindo que o próprio Cristo a alimenta e a trata e que ela forma com ele uma perfeita unidade, como a esposa e o esposo, É ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO ADMITIR A INFALIBILIDADE DOUTRINÁRIA DESSA MESMA IGREJA, SUA INCORRUPTIBILIDADE, IMORTALIDADE E PERPETUIDADE sob pena de ultrajar-mos não a ela, mas seu esposo e cabeça, aquele que dela sempre tem cuidado e cuidará.

P - Devo confesar que jamais havia me detido em considerar esta sentença do apóstolo.


O - TESTEMUNHO 02 - I Timóteo 3,15

"Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade."


"A igreja Cristã é coluna e firmamento ou apoio da verdade. Não se limitou o Espírito Santo a revelar que a Igreja é a coluna da verdade, mas afirmou que ela é o apoio da verdade. QUAL O INTUITO DO ESPÍRITO SANTO NESTA AFIRMATIVA, SENÃO MOSTRAR QUE SE TRATA REALMENTE DE UM SUSTENTÁCULO DA VERDADE? A IGREJA TEM POR MISSÃO MANTER A VERDADE. UMA COLUNA APENAS SUSTENTA A CONSTRUÇÃO QUE SOBRE ELA DESCANSA." Lysânias de Cerqueira Leite in 'Protestantismo e romanismo' vol I pp XXXI

Ou seja se a COLUNA - IGREJA vem abaixo, leva consigo a construção que sobre ela se apoia A VERDADE - CRISTO ou se quereis a Verdade de Cristo, o que dá no mesmo, pois a verdade que Cristo anunciou aos apóstolos não pode deixar de ser absolutamente necessária e vital aos seres humanos.

Deve pois a Igreja se INFALIVEL EM SEU OFÍCIO DE DIVULGAR A BOA NOVA DO EVANGELHO, isto implica em ser boa coluna. Do contrário partindo-se e desamparando a verdade seria uma péssima coluna e Deus um péssimo arquiteto...

Não enquanto coluna da Verdade a igreja não pode falhar, logo a teoria da apostasia é absolutamente falsa, extravagante e ultrajante mesma com relação ao senhorio de Jesus Cristo.



II > Demonstração - Mt 16,18 kai pulai adou ou katiscusousin kai epi to metwpon authV






P - "A sagrada escritura é a única infalibilidade que a igreja tem sobre a terra. E TODAS AS IGREJAS EVANGÉLICAS POSSUEM ESTE GUIA INFALIVEL." Seymour in "Noites com os romanistas" pp 326

O - Longe de nós negar a Infalibilidade dos Santos e divinos Evangelhos ou a autoridade sobrenatural do Novo Testamento.

Nós cremos e professamos que ao Evangelho é a palavra infalivel de Deus, sem mancha e sem erro e que os escritos dos apóstolos são em quase que sua totalidade sobras divinas na medida em que expressam a vontade de Cristo e não tradições judaicas.

Todavia o fato do Evangelho se infalivel em si mesmo não comunica infalibilidade a seus leitores ou as igrejas que lho interpretam.

Do contrário todos os leitores do Evangelho e todas as igrejas que se dizem evangélicas estariam de pleno acordo a respeito da verdade divina. A menos que o Evangelho comporte diversas verdades contraditórias ou relativas...

Longe de nós duvidar do Evangelho.

Sendo divino ele contem uma só e mesma doutrina, coerente, sábia e isenta de contradições.

O problema esta justamente em seus leitores ou interpretes faliveis sejam individuos ou instituições, é a leitura feita por eles, que sendo certamente falivel labora em erro.

E que laborando em erro corrompe a divina revelação.

Assim a leitura falivel ou errônea de um documento em si mesmo infalivel não aproveita em nada aos leitores.

A leitura de um livro infalivel só seria capaz de beneficiar verdadeiramente seus leitores na medida em que estes fossem capazes de penetrar infalivelmente o significado do livro infalivel extraindo dele o conteudo ou a mensagem divina, no caso isenta de erro e imperfeição.

Estar na posse de livros infaliveis e divinos não torna as seitas fundadas pelos homens infaliveis e divinas. Antes permanecem as seitas faliveis na medide em que não estão de acordo no que diz respeito a Verdade Una do Evangelho.

Verdade que cada qual apresenta de um geito.

A Igreja pelo contrário interpreta o Evangelho de modo uniforme e condensa sua interpretação em meia centena de artigos de Fé aceitos por todos os verdadeiros crentes. E por ser Una a sua interpretação cremos que corresponde ao conteúdo infalivel do Evangelho, e que por ser capaz de absorver um tal conteúdo infalivel a igreja se mostra infalivel em sua interpretação.

Pois não se trata de acordo selado entre dois ou tres homens, mas de acordo selado por mais de uma dezena de Igrejas apóstolicas e por meio bilhão de seres humanos. E estando tantas igrejas antiquissimas e tantos homens eruditos e virtuosos de pleno acordo de acordo com eles esta Jesus.

Assim o acordo válido entre as partes distintas não se dá fora da igreja de Cristo ou contra ela, como supõe os protestantes, mas dentro dela e sob o fundamento posto por Cristo: o fundamento apostólico.


P - Até agora nada de Bíblia.

O - Pois bem vamos a Bíblia.

P - Sim vamos a Bíblia que desta vez estou bem preparado.


TESTEMUNHO 02 - MATEUS 16,18


Eis a mêdula de nossa demonstração: "E AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA."

kai pulai adou ou katiscusousin kai epi to metwpon authV
E PORTAS INFERNO NÃO SOBRE FRENTE DELA (Ekklesian citada antes do primeiro Kai)


Pode consultar o significado de cada uma destas palavras nim Léxico grego qualquer caso queira.


P - As portas do inferno não sobre a frente da igreja? Muito obscuro não acha?

O - Não, não acho, afinal as Bíblias protestantes iglesas constumam verte-la do mesmo modo que as Bíblias papistas:

E as portas do inferno não prevalecerão sobre ela.
Ou

E as portas do inferno não conseguirão vence-la.

ou ainda

Os poderes do inferno não prevalecerão contra ela.
15 versões empregam o termo 'gates' ou portões, uma emprega 'doors' quem se não me faha a memória significa portas, enquanto que duas versões <> empregam a palavra 'powers' que significa poderes transliterando com exatidão o simbolismo de portas ou portões.

Conclusão: Não se trata de um texto controvertido ou seja que apresente variantes e sim dum texto que atravessou os séculos perfeitamente conservado e mantendo sua exatidão original.

Literalmente quer dizer: As portas do Hades ou inferno, não prevalecerão sobre ela a Igreja.

Quer dizer que a manssão dos mortos jamais haveria de engoli-la ou de traga-la.

O que popularmente transliterado significa: O poder da morte ou da extinção jamais atingirá Igreja.

A Igreja fundada por Cristo jamais haverá de se extinguir ou de desaparecer da face da terra


"Todas as coisas terrenas passarão por essas portas lúgubres mas a Igreja de Cristo, pela qual ele se deu a si mesmo NUNCA DEIXARÁ DE EXISTIR, HAVERÁ SEMPRE CRISTÃOS NO MUNDO..." Broadus pp 92

"A IDÉIA PRINCIPAL É QUE A IGREJA NUNCA SERA DESTRUIDA POR QUALQUER PODER E NEM MESMO PELA MORTE OU PELO RESULTADO DA MORTE E NEM PELO REINO DO MAL. A IGREJA É ETERNA, A MORTE OU QUALQUER PODER OCULTO OU PERVERSO PODERÁ OBTER VITÓRIA COM RELAÇÃO A ELA." R N Chanplim in Loc


P - Penso que não estamos assim tão longe um do outro ao menos no que diz respeito a compreenção deste versículo, pois concedo que "A palavra 'inferno' no original é Hades termo que se usava geralmente para designar a morte, a sepultura ou o mundo invisivel. Os LXX empregam Hades com esse sentido em genesis 42,38 e também no Sl 16,10... as portas do inferno é pois frase que significa "as portas da sepultura' ou expressão figurada que se refere ao poder da morte e NOSSO SENHOR JESUS CRISTO QUER DIZER QUE A MORTE E A SEPULTURA NUNCA PREVALECERÃO CONTRA SUA IGREJA, A QUAL JAMAIS DEIXARÁ DE EXISTIR PARA SEMPRE. A VERDADEIRA PROMESSA DE JESUS A SUA IGREJA É A DA PERPETUIDADE E DA IMORTALIDADE." Seymour iden p 335

O - Evidentemente que a promessa diz respeito a perpetuidade e a imortalidade da Igreja, logo necessariamente a sua indefectibilidade ou infalibilidade.

P - "Com estas promessas, porém, JESUS NÃO QUIZ DIZER QUE SEU POVO JAMAIS CAIRIA EM PECADO OU EM ERRO ALGUM. NÃO QUIZ DIZER QUE SERIA INFALIVEL." Seymour iden 336

O - Vamos por partes.

Primeiramente o amigo admitiu que a Igreja jamais haveria de desaparecer da face da terra ou extinguir-se.

Devo pois concluir que se refere a igreja VISIVEL QUE MILITA NESTE MUNDO.

P - Certamente, afinal porque carguas dagua haveria Jesus de prometer o obvio OU SEJA A PERMANÊNCIA DA IGREJA INVISIVEL, CELESTIAL E TRIUNFANTE, coisa que jamais foi posta em dúvida por quem quer que seja. Quiz portanto referir-se a Igreja visivel e militante como que para tranquilizar seus seguidores.

O - Então por dirigir-se a igreja visivel referiu-se certamente a igreja Histórica edificada por ele sob o fundamento dos apóstolos?

P - Certamente.

O - Querendo significar que esta igreja visivel por ele fundada jamais desapareceria?

P - Sem dúvida.

O - logo, partindo do fato de que a Igreja Ortodoxa e Católica remonta diretamente aos apóstolos por via de sucessão, devo concluir que a promessa do Senhor se cumpre nela.

P - Penso que se cumpre também em nossas igrejas evangélicas.

O - Neste caso haveriam duas ou mais igrejas visiveis, cada uma delas herdeira da promessa?

P - Talvez, quem sabe.

O - Todavia segundo a opinião de vocês protestante nenhuma igreja particular pode ser objeto da promessa de Cristo referente a perpetuidade, já porque diversas delas - como a da África - deparecerão sem deixar vestígio. cf Dunstan e N Bertrand

P - ???

O - Por outro lado se a promessa da conservação visivel foi feita tanto a nossa quanto a vossa Igreja, porque raios vocês protestantes vivem enviando missionários com o objetivo de converter-nos as suas heresias e de destruir nossas igrejas apostólicas?

P - Certamente que alguns dos nossos são demasiado zelosos, a ponto do zelo cega-los.

O - Concedamos que Jesus tenha prometido a perpetuidade e a imortalidade a cada Igreja particular ou seja tanto as nossa igreja, quanto a vossa e mesmo a romana, NESTE CASO PORQUE NÃO EMPREGOU O PLURAL E DISSE LOGO: SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI AS MINHAS IGREJAS... MAS O SINGULAR: mou thn ekklhsian?

P - ???


0 - Empregou o singular porque não teve em mira afirmar a perpetuidade ou a imortalidade de qualquer igreja apostólica e muito menos de qualquer seita em particular, mas APENAS E TÃO SOMENTE A PERPETUIDADE DO CONJUNTO OU DA MAIORIA DE SUAS IGREJAS APOSTÓLICAS OU SEJA DA IGREJA ESPALHADA VISIVELMENTE POR TODA FACE DA TERRA, DA IGREJA CATÓLICA. SUA PROMESSA É POIS DIRECIONADA A IGREJA VISIVEL, UNA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA.

P - E?

O - Tendo Jesus prometido a imortalidade ou continuidade visivel a sua igreja a Igreja Católica torna-se desnecessária a existência de qualquer reformação protestante.

P - De modo algum, pois por ser perpétua e indestrutivel a tal da igreja Católica não se torna infalivel, pelo contrário estamos persuadidos de que falhou diversas vezes no que diz respeito a fé e de que a Reforma correspondeu a uma purificação necessária.

O - Logo Jesus teria prometido a continuidade ou a indestrutibilidade a uma igreja corrompida pelo erro e a falsidade de modo que viesse futuramente a concorrer com sua igreja restaurada?

P - Penso que expressei erradamente meus pensamentos, quiz dizer que o protestantismo é a continuação visivel da igreja histórica e apostólica.

O - Portanto como Flacius, White, Omegna e Baker dentre outros o amigo afirma a existência de protestantes e de igrejas protestantes no período que vái dos séculos IV ao século XIII?

P - eh... Sim.

O - Neste caso solicitamos que dê nome aos bois e nos informe com mais detalhamento sobre tais personagens e igrejas por nos desconhecidos.

P - Talvez seus nomes sejam conhecidos apenas de Deus.

O - Neste caso já não estamos tratando da Igreja visivel comissionada por Cristo com o objetivo de DAR TESTEMUNHO PUBLICO DELE ATÉ A CONSUMAÇÃO DOS TEMPOS E COMO O AMIGO MESMO RECONHECEU FAVORECIDA COM PROMESSAS DE PERPETUIDADE E DE IMORTALIDADE, mas da igreja invisivel ou alma da igreja a respeito da qual não estamos a discutir...

P - Seja como for tal igreja protestante DEVE TER EXISTIDO VISIVELMENTE durante todo e tempo em questão.

O - Ah DEVE TER EXISTIDO... SEI...
Seu confrade Ernesto Luiz de Oliveira no entanto, exulta de alegria por saber que "AINDA A IGREJA NEM SEMPRE HÁ DE ESTAR VISIVEL. COM EFEITO APREDEMOS NO APOCALIPSE QUE, DURANTE MIL DUZENTOS E SESSENTA ANOS, TEM ELA DE PERMANECER ESCONDIDA NO DESERTO, FUGINDO AS PERSEGUIÇÕES DO ANTI-CRISTO." in Roma, a igreja e o anti christo pp 15

Mas como uma igreja MERAMENTE INVISIVEL E FANTASMAGÓRIA seria capaz de cumprir com a função de DAR TESTEMUNHO PUBLICO DE CRISTO EVANGELIZANDO TODAS AS NAÇÕES?

Deixando de cumprir com a função à que foi chamada: evangelizar os povos e anunciar a verdade do alto dos telhados, devemos concuir que a igreja deixou de existir e que o Senhor falhou em suas promessas de continuidade e imortalidade FEITA A IGREJA MILITANTE, VISIVEL E TERRESTRE.


P - Seja como for é certo que Jesus jamais pretendeu conceder a sua igreja, algo semelhante a infalibilidade. Perpetuidade sim, infalibilidade não!


O - Neste caso Jesus nada teria prometido alem de duração e continuidade temporal a uma organização destinada a falhar miseravelmente a repeito da verdade revelada e do anuncio da boa nova em sua integralidade.

Parece-me no entanto muito pouco digno de Jesus ter prometido duração ilimitada a uma organização sem sujeita-la a uma finalidade mais nobre que sua duração ou a uma finalidade religiosa ou espiritual, afinal, continuidade por continuidade os impérios egipcio e Chines ultrapassaram a igreja em duração tendo o primeiro atingido quase trinta e dois séculos...

Se a cada século a igreja mudasse de opinião a respeito do Cristo, de suas instituições e vontades - como se fosse uma senhora idosa que vai ficando cada vez mais esquecida e esclerosada até olvidar por completo de sua juventude e de seu primeiro amor - que valor teria seu testemunho?

O - A finalidade de igreja é anunciar a salvação da alma, logo se no passado a igreja romana ou a ortodoxa anunciaram a salvação da alma e se hoje nossas igrejas anunciam a salvação da alma ambas correspondem a finalidade estabelecida por Cristo, sendo de algum modo igrejas suas.

P - Acontece que os reformadores e os apologistas do protestantismo - como Lutero, Zwinglio, Munzer, Calvino, Knox, Smyth, etc - afirmaram que todas as igrejas de Deus plantadas pelos apóstolos paganizaram-se por completo A PONTO DE TORNAREM-SE POLITEISTAS E IDÓLATRAS E DE ANUNCIAREM A SALVAÇÃO POR MEIO DE OBRAS (sinergismo) enquanto que nós afirmamos em alto e bom som que as seitas de hoje, embora falem muito de salvação, anunciam salvações diferentes: a jeovista pelo conhecimento do nome de Jeova e a regeição a idolatria trinitária, a adventista por meio da guarda do sábado, a batista por meio do batismo de adultos e do fideismo, a calvinista apenas para os eleitos e predestinados, a luterana e a metodista nos mesmos termos que a igreja ortodoxa (pelo sinergismo), os pentecostais por meio de dons e carismas, os neo pentecostais por meio de dizimos e rituais...

Tratam-se pois de opiniões ou teorias sobre a salvação enquanto importa mesmo saber claramente e com certeza absoluta o que Cristo ensinou a respeito da salvação, a saber o primado do amor e a necessidade de expressar concretamente tal amor atraves de obras morais centradas no próximo ou no irmão.

P - O senhor esta querendo dizer que de algum modo a salvação da alma esta relacionada com a correção ou ortodoxia doutrinária?


O - Não, eu não quero dizer que para estar em comunhão com Cristo as pessoas devam professar a doutrina ortodoxa em sua integralidade de modo que tantos quantos lha regeitam sejam apartados do Senhor Cristo. Certamente que as gentes mais ignorantes e simples, que amam ao Salvador e procuram servi-lo segundo suas possibilidades pertencem a alma da igreja ou a igreja invisivel... todavia na medida em que tais pessoas recebem de suas 'igrejas' doutrinas imprecisas, equivocadas ou errôneas sobre Cristo e sua vontade é certo que tais doutrinas acabam servindo de obstaculo ao crescimento espiritual de tais pessoas, convertendo-as como que em paraplégicas espirituais.

Embora o conhecimento exato da doutrina de Cristo não seja estritamente necessário a salvação é certo que a posse de tal conhecimento implica num progresso ou numa evolução espiritual muito mais larga e abrangente no que diz respeito a santificação e o aperfeiçoamento dos fiéis. Constitui pois a posse da ortodoxia ou da sã e reta doutrina um grande benefício para todos os crentes e sua falta uma séria debilidade e grave perigo.

Alias tanto conhecemos o Cristo sob todos os aspectos com maior exatidão tanto mais seremos levados a reconhecer sua natureza divina e a ama-lo. Daí a imensa vantagem que é o conhecimento de sua bela e boa doutrina, a qual com tanto carinho comunicou aos apóstolos.

Entretanto o que não constitui uma tragédia irremediavel tendo em vista a gente de boa fé que chafurda no pântano da heresia, constituiria a pior das calamidades se tivessemos em vista a Igreja fundada por Cristo e admitissemos que ela perdeu completamente de vista esta exatidão doutrinária que deveria comunicar aos mais diligentes com o intuito de possibilitar sua assunção espiritual e união perfeita com o Senhor Cristo.

Portanto o que se pode justificar com relação a este ou aquele crente tendo em vista a condição humana, não poderiamos justificar ou aceitar na igreja tendo em vista sua função e a natureza divina de seu fundador.

E nem poderia haver perpetuidade ou imortalidade verdadeira na Igreja que não FOSSE DE NATUREZA INTERNA E INTRINSECA OU SEJA COM RELAÇÃO AO CONTEÚDO QUE LEH FOI CONFIADO OU A CONSERVAÇÃO DA VERDADE REVELADA. Pois no momento que a Igreja acrescentasse ou diminuisse o depósito que lhe foi confiado estaria traindo sua missão e deixando de ser o que fora quando estabelecida por seu Senhor, e tornando-se distinta do que fora ao se estabelecida por seu Senhor, estaria se transformando noutra coisa e deixando de existir enquanto igreja, conservando apenas uma aparência de igreja.

Portanto para ser perpétua e imortal deve ser perpétua e imortal antes de tudo no que diz respeito a sã doutrina, logo incorruptivel, indefectivel e infalivel segundo a natureza divina de sua missão: dilatar a verdade divina e não o erro ou a falsidade.


P - ...

O - Resta-nos agora examinar as sentenças dos Padres:

S Origenes: "Mas no expresa el Señor si prevalecerá la piedra sobre que está edificada la Iglesia, o si será la Iglesia edificada sobre la piedra; sin embargo, es indudable que ni contra la piedra, ni contra la Iglesia prevalecen las puertas del infierno." In Mat XVI

S Hilário: "En este nuevo nombre se encuentra un fundamento admirable de la solidez de la Iglesia, digna de ser edificada sobre esta piedra, que hará desaparecer las leyes del infierno, las puertas del Tártaro y todos los cerrojos de la muerte. Por eso añade para manifestar la solidez de la Iglesia fundada sobre esta piedra: "Y las puertas del infierno no prevalecerán en contra de ella." in loc

S Jerônimo: "Yo tengo por puertas del infierno a los pecados y a los vicios o también a las doctrinas heréticas, que seducen a los hombres y los llevan al abismo."